quarta-feira, 11 de agosto de 2010

                                                         Intolerância e Religião

Saudações, caros leitores. Ultimamente, parece que está na moda odiar as religiões, como por exemplo o Islamismo, digam-me: vocês  incomodar-se-iam  de ter uma mesquita em seu bairro?  Recebendo tanta influência externa presumo que a maioria de nós incomodar-se-ia com uma mesquita em nosso bairro, porém o foco que busco não é o terrorismo, mas sim a intolerância e o preconceito  religioso. A intolerância é um sentimento que extrapola os limites da razão, pois não há argumentação racional para não tolerarmos e  repreendermos práticas alheias.

   Em sua grande maioria os intolerantes religiosos são, ironicamente, religiosos. Por que tal contradição? Pois, simplesmente, as religiões e suas práticas pautam-se no sistema de “moral absoluta”, ou seja, os preceitos morais são, supostamente, “dados” ao homem por uma divindade. A moral absoluta, pelo menos nos “livros sagrados” das três irmãs(cristianismo, judaísmo e islamismo),  prega o conceito de que “quem não é fiel não será salvo.” Tal conceito não é só empregado no Islã, mas, observa-se no Brasil, também pelos protestantes e  católicos.  A falha de tais religiões vem de todas partirem do princípio de que são as detentoras da verdade e que, como dizem os hinos da igreja, “céus e terras passarão, mas a palavra não passará.” Os antigos romanos também veneravam seus deuses apaixonadamente e acreditavam estar certos e que aquela era a verdade; Os vikings  também; Os americanos das culturas Pré- colombianas a mesma coisa; Os gregos antigos  idem, todos esses são bons exemplos de povos que impunham suas “verdades” a outros e que hoje não passam de boas histórias infantis. 

    As três irmãs dizem a mesma coisa com palavras diferentes, os fundamentalistas Islâmicos dizem que o Islã tomará o mundo e os guerreiros de Ala estarão sempre presentes, os fundamentalistas cristãos cantam os hinos falaciosos das igrejas e os fundamentalistas judeus pregam a, bastante gasta e distorcida, crença Sionista. Estou certo de que em um futuro distante os "milagres de Cristo", as histórias do profeta Maomé e as aventuras do povo de Sião, assim como aconteceu com as antigas civilizações, não passarão de mitos sem nenhum valor religioso.  Deixo vocês com um vídeo que gosto muito.

video

3 comentários:

  1. Como disse o sábio árabe
    "Além de iludir, a religião serve para separar as pessoas."
    Bom post.

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  2. Tema interessante, mas não acredito que os ensinamentos de Jesus desaparecerão com o tempo. Mas com certeza não é da vontade de Jesus que as pessoas se matem por uma religião.
    A religião é um meio para se encontrar a verdade (Jesus), mas as pessoas tornaram a religião o fim, vivem por uma religião. E isto não é o certo. O que Jesus pregou foi o amor, o respeito, o serviço ao próximo, acima de qualquer preconceito, de qualquer orgulho.

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  3. Religiosidade é um tema muito delicado. Escrever sobre torna-se perigoso, pois pensamos de um jeito e somos entendidos de outro.
    Pensar que Jesus seja uma coisa da moda é forte d+, e pode até ser que um dia essa 'moda cristã' venha a ser esquecida, mas quando este dia chegar será o fim da humanidade.

    Até mais!
    http://administrite.blogspot.com/

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